MINISTRO DO STF NÃO DEVERIA ESTAR ACIMA DA LEI

O uso do verbo dever na sua conjugação “deveria”, no futuro do pretérito do indicativo, se faz necessária no caso do ministro do STF, Gilmar Mendes, e a investigação de possíveis fraudes de corrupção e lavagem de dinheiro. Principalmente por denotar uma condição, um desejo, já que no Brasil a Justiça está longe de ser igual e um direito de todos. Mendes se encontra naquele patamar de importância em que se acha no direito, como investigado, de determinar a investigação dos investigadores, intenção denunciada por Deltan Dallagnol em sua página no Twitter. Tamanha sandice jurídica encontra respaldo no fato do presidente do STF, Dias Toffoli, ter pedido explicações à Procuradoria Geral da República sobre a atuação da Receita Federal no caso. Rasga-se assim a Constituição Federal e seu artigo 5º, que diz todos sermos iguais perante a lei. Alguns são mais iguais do que outros.

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